Evidência sem torcida

Nem todo estudo que vira manchete se sustenta.

Aqui você descobre quais se sustentam, e o quanto. Pegamos os mitos da nutrição um a um: onde termina a evidência e começa a extrapolação.

Do artigo ou do mito à resposta, em três passos

  1. Você traz o artigo ou a afirmação Busque o artigo na nossa base, escolha um mito da lista ou traga a afirmação que você ouviu.
  2. Aplicamos a régua internacional que o desenho do estudo pede Medimos o risco de viés domínio por domínio e a força da evidência, com o mesmo rigor para o que é a favor e para o que é contra.
  3. Você recebe o diagnóstico do artigo e do mito A avaliação metodológica em um parecer que explica cada etapa, e a resposta do mito em um cartão com a força da evidência e os estudos que a sustentam.
Um exemplo real

Antes de confiar no método, leia o que já publicamos

Duas peças abertas a todos, a um clique: um artigo analisado por inteiro e um mito com o veredito fechado.

Quanto dá para confiar no resultado de um estudo

Cada parecer recebe um selo próprio, de metodologia nossa: ela reúne as ferramentas reconhecidas de leitura crítica num julgamento só — o desenho do estudo, a qualidade da condução e o quanto se aplica à prática.

O resultado do estudo reflete a realidade?

  • Altamuito provável
  • Moderadaprovável, com ressalvas
  • Limitadapode ser bem diferente
  • Frágilmuito incerto

A evidência é uma das três pernas da decisão

Uma boa decisão em saúde se apoia em três pilares:

  • Evidência científica — a melhor e mais atual pesquisa sobre o que funciona e o que não. É aqui que atuamos.
  • Expertise clínica — o conhecimento, a vivência e o julgamento técnico do profissional.
  • Valores do paciente — o contexto de vida, as necessidades e as escolhas de cada pessoa.

A ferramenta dá base ao trabalho clínico, não o substitui.

Evidência, não torcida

No Brasil, boa parte da informação de nutrição e de saúde é vendida como certeza: a dieta que funciona, o protocolo, o suplemento. Faltava um lugar que mostrasse, em português e sem torcer para nenhum lado, o que a boa evidência de fato diz. É o que este projeto tenta ser.

O julgamento é humano; a ferramenta acelera

A leitura crítica de cada estudo segue os melhores métodos disponíveis, aplicados artigo a artigo. A automação organiza e acelera o trabalho ao redor, mas quem decide o que o estudo prova é sempre uma pessoa.

  • Réguas validadas, aplicadas caso a caso RoB 2, AMSTAR 2, GRADE e outras aplicadas ao artigo, não apenas citadas.
  • Conferência humana antes de publicar Nenhuma análise entra na base sem a leitura de uma pessoa.
  • Revisão retroativa quando o método muda Critério novo manda as análises já publicadas de volta à mesa.